Martin Scorsese Essencial

Por Samuel M. Bertoco

Scorsese é um dos maiores diretores da história do cinema – alguns o consideram O, e acaba de lançar seu novo longa – Assassino da Lua das Flores que vai concorrer a tudo quanto é prêmio. E, como estou com vontade para homenagear, vamos lembrar alguns clássicos desse monstro.

  • Taxi Driver: Um dos filmes mais impactantes do seu tempo, Taxi Driver é a segunda parceria entre o diretor e Robert de Niro, e alçou o ator a status de grandeza. A trama acompanha um taxista traumatizado pela guerra do Vietnã que em frente a vida de violência que presencia nas ruas de Nova York dos anos 80 até que despiroca de vez e sai matando e aloprando geral.
  • Os Bons Companheiros: Um dos grandes grandes enormes clássicos de máfia do cinema. Para muitos o melhor filme do diretor. Nele acompanhamos Henry (Ray Liotta) e sua vida na máfia desde criança, quando só admirava, até virar um gangster e montar seu “time”. Mais uma vez DeNiro impecável, mas quem rouba a cena é Joe Pesci que começava a criar um personagem que viria a repetir em outros filmes.
  • Cassino: Assisti tanto esse filme que acho que sei decor. DeNiro (de novo) é o gerente de um Cassino em LasVegas, ele não é exatamente da máfia, mas o Cassino é, e tudo em volta dele também. Sharon Stone impecável – acho que ganhou Oscar – e Joe Pesci repetindo seu papel – muito bem. Filmaço.
  • Os Infiltrados: Saindo da máfia Italiana e entrando na Irlandesa, esse remake de um filme japonês conta a história de um mafioso infiltrado na polícia, enquanto um policial se infiltra na máfia. Leo DiCaprio numa grande injustiça não levou o Oscar, um dos melhores filmes policiais já feitos com um final que eu demorei muito pra gostar – na real ainda não gosto – mas que faz todo sentido.
  • Lobo de Wall Street: O filme que mais gosto dele, uma comédia ácida e certeira sobre um cara que enriquece com corretagem ilegal na bolsa. Baseado numa história real o filme virou clássico instantâneo. Mais uma vez DiCaprio – o DeNiro moderno do diretor – perdeu injustamente o Oscar. Que filme bom!

Samuel M. Bertoco é formado em Marketing e Publicidade

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