Editorial – Edição: 1071 – sexta-feira, 10/07/26
Caro leitor e cara leitora
Perdemos mais uma vez para uma seleção europeia num mata-mata da Copa do Mundo. A lista é longa e dolorida, mas vamos a ela. Em 2006, a seleção da França, com Zidane, deitou na seleção brasileira. Veio 2010 e a seleção dos Países Baixos, cujo mais conhecido é a Holanda, nos derrubou para mais baixo ainda e voltamos para casa.
Chegamos a nossa Copa do Mundo, realizada aqui no Brasil, e perdemos para a Alemanha pelo placar de … (esquecimento voluntário). Aqui começou a derrota pelo abecedário.
Perdemos para a Alemanha em 2014, depois foram para a Rússia em 2018 e perdemos para a Bélgica. Por fim, em 2022, na Copa do Catar, perdemos para a Croácia, nos pênaltis. A, B e C – tudo no mata-mata.
Dessa vez, perdemos para a Noruega e para nós mesmos. Uma equipe sem vontade, sem ânimo e querenod, de acordo com o nosso técnico, jogar e ganhar sem ter a posse de bola. Mas como? Precisamos ter a posse da bola para fazermos os gols e vencer as partidas. Tivemos menos de 40% de posse de bola contra a Noruega – uma vergonha.
Agora é torcer para quem ser campeão, ou melhor, torcer para quem não o ser.
Façam suas apostas, ops. Não… Deem seus palpites. Assim ficou melhor…
Boa Leitura
Josiane Rodrigues – editora
José Eduardo – editor



