Editorial – Edição: 880 – sexta-feira, 15/07/22

Olá, querido leitor e cara leitora do JR
A morte de uma professora do CMEI Delermo Poppi na linha férrea, atropelada por vagões do trem da Rumo, na quarta-feira desta semana, fez muita gente se lembrar das cancelas.
Sim, das cancelas para as passagens de nĂvel que há na cidade. SĂł em Rolândia sĂŁo 11 no perĂmetro urbano. Padecendo do mesmo problema que acabam em Ăłbitos por causa do trem, a cidade de CambĂ© tambĂ©m entrou em contato com a Rumo pedindo providĂŞncia e cancelas tambĂ©m para as suas passagens de nĂvel, que sĂŁo os locais em que a linha fĂ©rrea encontra com a via usada por veĂculos, ciclistas e pedestres.
Rolândia fez um ofĂcio pedindo as cancelas em novembro do ano passado, logo apĂłs a morte de uma mulher de 32 anos e sua filha de 6 no dia 27. CambĂ© fez seu pedido em março.
AtĂ© o momento, parece que nĂŁo houve respostas nem para um nem para outro. Ou melhor, nem para uma cidade e nem para outra. Curiosamento, no dia 12, terça-feira, estiveram em Rolândia tĂ©cnicos do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) para fazer um Estudo de Viabilidade TĂ©cnica, EconĂ´mica e Ambiental (EVTEA) nas 11 passagens de nĂvel no municĂpio. Isso um dia antes da morte da professora.
Vamos aguardar, mas nĂŁo muito, por providĂŞncias.
Mudando de assunto e indo para o Legislativo. Rolandense e cambeense.
Na página 06, uma entrevista com o presidente da Câmara de Cambé, Dr. Fernando Lima, procura mostrar em que pé está o caso da denúncia de assédio no Legislativo cambeense. Não sabe do que estamos falando? Corre lá ler a matéria toda. Pode até dar em uma Comissão Processante, a chamada CP.
Por falar em CP, no Legislativo rolandense essa sigla também voltou à tona nesta semana, quando dois pedidos de abertura foram feitos contra uma vereadora. Os dois pedidos foram feitos por cidadãos e tem a mesma denúncia como objeto. Corre lá na página 03 para saber mais…
Um boa leitura
Josiane Rodrigues – Editora
JosĂ© Eduardo – Editor