Conselho Tutelar faz orientação às famílias rolandenses

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Informações de supostos ataques e datas que estariam marcadas para ataques em massa a escolas e colégios estão gerando pânico na população

As conselheiras Adriana Hidai, Camila Ignácio e Maria Teresa Valente, e o conselheiro Rogério; há ainda a conselheira Maria de Fátima Dal-Bó

Os recentes ataques e ameaças a escolas e creches têm causado medo em professores, estudantes e pais em todo o Brasil. Em Rolândia, o conselheiro tutelar Rogério Santana deu orientações importantes para às famílias em meio a esse cenário de insegurança e de incertezas.


“Em primeiro lugar, a orientação do Conselho Tutelar, e que cabe aos pais e responsáveis, é que todos aqueles que têm crianças e adolescentes nas escolas estejam atentos no que o seu filho, ou sua filha, está acessando nas redes sociais. A rede social hoje é o grande veículo que está causando pânico e insegurança na população”, orientou o conselheiro.


Rogério também comentou que recentemente pais, professores e até as crianças estão alarmados com o compartilhamento em grupos de WhatsApp de de mensagens, fotos, prints, vídeos e áudios falando de supostas ameaças de ataques a escolas que poderiam ocorrer nos próximos dias no município.


“Muitas dessas informações não são reais, mas as que podem vir a ser estão sendo investigadas. Então o responsável pelas crianças e adolescentes precisa monitorar o que está sendo acessado nas redes sociais, e que tipo de conversa que eles têm nos grupos de WhatsApp, nos grupos da escola e observar em quais grupos eles estão exatamente”, alertou Rogério.


O conselheiro pontua que esse entendimento dos pais em relação ao que os filhos acessam é muito importante, pois pode haver uma responsabilização deles a respeito disso. “É importante que o pai fiscalize o que a criança ou o adolescente está levando para escola, e observe se ele está levando algum objeto perfurante dentro da bolsa. É a função dos pais saber o que que o filho leva na escola dentro da sua mochila”, ressaltou.


O profissional explicou que essa responsabilidade de fiscalizar o que o filho leva na bolsa precisa ser dos pais, pois o professor, ou o diretor não tem autoridade para mexer nas coisas do estudante. A própria PM não pode ter contato com a criança até a idade de 12 anos. “Só é após a essa idade pode haver uma abordagem da patrulha escolar, mas a escola não tem autorização para mexer nas coisas do seu filho, então são os pais que têm que ter responsabilidade de monitorar”, informou.


Neste momento, a Polícia Civil de Rolândia investiga quem está por trás de um perfil privado no Instagram que estava gerando pânico. “A investigação segue em segredo de justiça, mas temos a informação de que esse perfil foi criado por um aluno de dentro de um colégio de Rolândia. É importante dizer que as autoridades estão empenhadas e estão investigando as fontes dessas possíveis ameaças”, pontuou.


Além da responsabilização que pode gerar aos pais com o ato de não fiscalizar o que o filho acessa na internet, e o que ele leva na mochila da escola, os mesmos que não encaminharem seus filhos para a escola também podem ser responsabilizados, destacou Rogério.

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