Caminhos de São José agora é Patrimônio Cultural do Paraná

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Lei de autoria de Cobra Repórter reconhece o passeio ciclístico rolandense como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado

Momento da 6ª edição do Caminhos, em 2019

Na semana passada, o governador Ratinho Junior sancionou a Lei nº 23.235, de 28/5/2026, de autoria do deputado estadual Cobra Repórter (PSD), que reconhece o passeio ciclístico “Caminhos de São José”, realizado em Rolândia, como Patrimônio Cultural Imaterial do Paraná e o inclui no Calendário Oficial de Eventos Turísticos do Estado. A nova legislação consolida o reconhecimento de um dos eventos mais tradicionais do Norte do Paraná, que reúne esporte, fé, cultura, turismo rural e solidariedade, atraindo participantes de diversas cidades todos os anos.
Para Cobra Repórter, a sanção da lei representa uma importante conquista para Rolândia e toda a região. “É uma grande satisfação ver esse projeto transformado em lei. O Caminhos de São José já faz parte da identidade cultural da nossa região e agora recebe o reconhecimento oficial do Estado, fortalecendo ainda mais o turismo, o esporte e as tradições que unem famílias e comunidades”, destacou o deputado.

Esporte, fé e tradição
Realizado desde 2014, o passeio ciclístico tem início na Igreja Matriz São José, em Rolândia, e percorre importantes pontos religiosos e históricos da região, como a Capela Nossa Senhora de Lourdes, em Cambé, e a Igreja Santo Antônio, na Comunidade do Caramuru, além da Capela São Rafael, também Patrimônio Cultural do PR.
Os participantes podem optar por trajetos de 30 ou 50 km, passando por belas paisagens rurais que valorizam o potencial turístico do Norte do Paraná.

Turismo e Cultura
Com a publicação da Lei nº 23.235/2026, o evento passa a contar com reconhecimento oficial do Estado, ampliando sua visibilidade e fortalecendo ações voltadas à sua preservação cultural.
Além disso, a legislação possibilita o incentivo a futuras parcerias entre o poder público e a iniciativa privada para apoiar a realização do passeio ciclístico e ampliar seus benefícios para a economia local. “O reconhecimento como Patrimônio Cultural Imaterial valoriza uma tradição construída ao longo dos anos e ajuda a preservar esse legado para as próximas gerações. É uma conquista para Rolândia, para os participantes e para todo o Paraná”, afirmou Cobra Repórter.

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