Corte de árvores no cemitério de Rolândia é intensificado

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Intervenção Semma busca reduzir riscos após anos sem manejo e registros de quedas durante temporais; 5 Sibipirunas e grevilhas (ou grevíleas) serão cortadas e novas espécies, plantadas

Laís Zulato e Miguel Nogueira; ao lado, um sibipiruna condenada

A Prefeitura de Rolândia, através da Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente (Semma), iniciou uma série de intervenções no cemitério municipal com foco em sua arborização. A ação inclui cortes, podas e substituição de árvores comprometidas. De acordo com o diretor de Arborização da Secretaria, Miguel Nogueira, a medida é necessária diante do histórico de falta de manutenção no local. “Ali ficou abandonado no quesito arborização por muito tempo, sem manejo, sem corte”, afirmou.


Um levantamento técnico identificou 24 sibipirunas no cemitério, sendo que cinco estão em condições críticas. Segundo a engenheira agrônoma Laís Zito Zulato, essas árvores apresentam sinais que indicam risco estrutural. “A maioria delas está com cavidades, muitas vezes podres por dentro, além da presença de fungos e outros fatores que favorecem a deterioração”, explicou Laís. A situação preocupa principalmente em períodos de chuva e vento forte, quando aumentam as chances de queda. Os exemplares ‘doentes’ serão cortados e as outras sibipirunas receberão uma poda de levantamento, tirando o peso delas.

Histórico de danos
O diretor também destacou que o cemitério é frequentemente afetado durante tempestades. Um dos casos recentes envolveu a queda de uma árvore de grande porte. “O cemitério sempre é palco disso. Nós sempre temos que ir para lá para tirar galhos ou árvores que caem”, disse Miguel, ao relatar um episódio em que uma sibipiruna atingiu cerca de 25 túmulos.


Além das árvores comprometidas, a intervenção inclui a retirada de outras espécies consideradas inadequadas, como as grevíleas (ou grevilhas). Ao todo, 32 exemplares devem ser removidos, num trabalho já iniciado e que acontece até aos sábados e domingos. Segundo a equipe técnica, essas árvores serão substituídas por espécies de menor porte, mais adequadas ao espaço como o Ipê Amarelo, a Árvore Samambaia e o Resedá.


A ação também contempla a retirada de murtas. Mais de 100 já foram removidas no cemitério, dentro de um total maior registrado em toda a cidade. Sobre o destino do material, Miguel explicou, que tudo é levado para o triturador da Semma. “Quem tiver murta em frente sua casa, pode cortá-la e nos avise para retirarmos o toco-raiz que ficar”, avisa Miguel.

Execução gradual
A Prefeitura informou que o trabalho será realizado de forma gradual, sem concentrar toda a equipe no local. A execução começa pela parte superior do cemitério, com avanço conforme planejamento técnico.


As ações fazem parte do programa “Semma nos bairros”, que envolve levantamento técnico, corte, poda, destoca e plantio em diferentes regiões da cidade. O município também orienta que moradores possam realizar o corte de murtas em suas propriedades, sendo que o serviço de destoca pode ser solicitado junto à Prefeitura.

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