O juiz Marcos Rogério César Rocha, da Vara da Fazenda Pública de Rolândia, bloqueou parcialmente os bens de quatro empresas e oito pessoas investigadas pelo Ministério Público na Operação Patrocínio. Essa operação investiga um suposto recebimento propina em contratos da prefeitura de Rolândia.
Afastamento e tornozeleiras negado
Na mesma ação de bloqueio de bens, o Ministério Público pediu novamente o afastamento do prefeito Francisconi de seu cargo e o uso de tornozeleiras eletrônicas para todos os envolvidos. O juiz Marcos Rocha indeferiu esses pedidos. Os promotores, em sua petição, alegam que o prefeito “está cooptando autoridades públicas que, no exercício de suas funções legislativas e judiciais, tem o dever de manter-se de forma imparcial em questões que influenciarão na manutenção do cargo ou liberdade do denunciado”.