A Missão – não para Tom Cruise -Impossível de se manter como a maior franquia de ação do cinema

Por Samuel M. Bertoco

Há 25 anos, Tom Cruise, já um astro, montou uma produtora e reviveu a clássica série de espionagem dos anos 60 – Missão Impossível. Nem ele achava que iria dar tão certo, e agora a franquia chega no sétimo filme muito mais forte do que se iniciou. Algo raríssimo para franquias de ação, que geralmente se vê agonizando quando passa do terceiro filme – com raríssimas exceções.


Missão I foi um ótimo filme, muito bom mesmo – é provavelmente o que eu mais gosto – , mas a pegada era totalmente outra do que é hoje. Apesar de sim, ter ação, o filme era muito mais um thriller de espionagem do que qualquer outra coisa. Fez muito sucesso e consolidou o caminho para continuações. Aí entra algo que pouca gente percebeu. O segundo filme é, com algum consenso, o pior dos sete.

Dirigido por John Woo que adora explodir tudo e dar cara de videoclipe aos seus filmes, acabou ficando viajado e grandioso demais para um filme de espião. Mas o que pega é que, foi a mistura do tão minimalista – nem tão assim – 1 e o 2 viajadão que se criou a fórmula de um intermediário disso, que deu certíssimo e consolidou o super sucesso que viria a partir, principalmente do quarto filme – o terceiro, apesar de ótimo, tem uma pegada bem mais séria e mais dramática.


Do quarto pra frente, a vibe é a mesma. Muitas cenas de frio – frio tipo Alasca mesmo – na barriga, plot twists a rodo, explosões, o carisma de Tom esfregando na tela e claro, missões impossíveis gerando cenas memoráveis. Tom Cruise virou o maior astro de ação de, talvez, todos os tempos, e um dos únicos que consegue se manter no cinemão de ação sem ter que apelar para um super herói ou virar uma sátira de si mesmo – é claro que não foi só com MI, Tom tem vários filmaços no currículo. E MI7 vai nessa mesma toada, ótimo, grande e sucesso – e diversão – garantidos. Aproveitem

Samuel M. Bertoco é formado em Marketing e Publicidade

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