Cristo, a Nossa Vida

Por Humberto Xavier Rodrigues

A vinda de Jesus a este mundo teve como propósito libertar o homem do seu pecado: Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres. João 8:36. E, este propósito foi realizado no momento de Sua crucificação. E, se efetiva no homem, pela fé na palavra de Deus.


Então, certo disto, o homem pode caminhar sem o peso do pecado e desfrutar da comunhão com Deus sem culpa. Além da libertação do pecado, Deus assegura Sua ativa intervenção em nosso favor diuturnamente: De maneira alguma te deixarei, nunca jamais te abandonarei. Assim, afirmemos confiantemente: O Senhor é o meu auxílio, não temerei; que me poderá fazer o homem?Hebreus 13:5-6.


Cristo como nosso substituto, cumpriu todas as exigências a Ele impostas, quanto ao fato jurídico. Deus tomou o caso em Suas mãos. Sua glória estava em jogo: Sua imaculada santidade, Sua eterna majestade, as sublimes reivindicações de Seu governo. Tudo isso tinha que ser satisfeito numa medida tal que O glorificassem diante de anjos, homens e demônios.


Quão precioso, é tudo isso, para aquele que recebe pela fé a verdade da palavra de Deus e que está sempre consciente – de sua fraqueza, necessidade e debilidade. Não obstante, Cristo está vivendo e atuando, agora, à destra de Deus em favor daquele que O recebeu.


Depois de salvos, precisamos levar sempre o morrer de Jesus, pois o ponto mais alto do propósito de Deus na vida dos salvos é produzir neles a mais plena manifestação de Cristo, em cada aspecto do Seu caráter: Levando sempre no corpo o morrer de Jesus, para que também a sua vida se manifeste em nosso corpo. Porque nós, que vivemos, somos sempre entregues à morte por causa de Jesus, para que também a vida de Jesus se manifeste em nossa carne mortal. 2 Coríntios 4:10-11.


O que significa levar sempre o morrer de Jesus? Significa que a vida brota espontaneamente. Na medida em que levamos diariamente o morrer de Jesus, estamos dizendo que nada podemos fazer. A morte é o grau mais baixo da fraqueza. Por isso, quando confessamos que morremos, estamos dizendo; Não posso!


Muitos de nós estamos tentando entregar a vida a Deus antes de sermos desligados ou cortados da antiga vida. Uma vez divulsionado da velha vida, a nova vida se entrega voluntariamente a uma aplicação contínua do morrer de Jesus. Que Jesus seja o nosso alvo!
Amém!!!

Humberto Xavier Rodrigues é formado em Teologia.

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